domingo, 16 de fevereiro de 2014

EU TO VOLTANDO UHUUUUUU

VOLTE PARA O SEU LAR
Marisa Monte





Aqui nesta casa
Ninguém quer a sua boa educação
Nos dias que tem comida
Comemos comida com a mão
E quando a polícia, doença,
distância ou alguma discussão
Nos separam de um irmão
Sentimos que nunca acaba
De caber mais dor no coração
Mas não choramos à toa
Não choramos à toa

Aqui nessa tribo
Ninguém quer a sua catequisação
Falamos a sua língua
Mas não entendemos o seu sermão
Nós rimos alto, bebemos e falamos palavrão
Mas não sorrimos à toa
Não sorrimos à toa

Aqui nesse barco
Ninguém quer a sua orientação
Não temos perspectivas
Mas o vento nos dá a direção
A vida é que vai à deriva
É a nossa condução
Mas não seguimos à toa
Não seguimos à toa

Volte para o seu lar
Volte para lá

Volte para o seu lar
Volte para lá


EU TO VOLTANDO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Eu Tô Voltando Pra Casa

"Não há lugar como o lar,
Não há lugar como a nossa casa,
Casa de justiça,
Casa de igualdade,
Não há lugar como o lar"
Eu gosto daqui, mas aqui não é o meu lugar
Eu gosto das praias e de ver ondas quebrar
Gosto do sol, da chuva e da garoa
Gosto das matas e de comida boa
Roupas elegantes me caem muito bem
Quero house confortável igual o bacana tem
Uma cama quentinha, me diz quem fica sem?
Gosto de crianças e sorriso de neném
Realmente esse mundo tem muito atrativo
É sempre muito bom um jantar com meus amigos
Também tem a gatinha, a namorada ou a esposa
Quanta coisa boa que a gente não enjoa
Estabilidade no emprego, cargo de confiança
Viagens pelo mundo, ver a torre Eiffel na França
Tudo aqui é muito loco, eu posso até admitir
Só que eu to saindo fora, meu lugar não é aqui
Eu tô voltando pra casa, eu tô
Vou para os braços de Papai, teu filho pródigo voltou
Eu tô voltando pra casa, eu tô
Vou para os braços de meu Pai, o seio do meu Criador
Diamante brilha muito, hipnotiza o "zói"
Mas não é pra qualquer um, é privilégio de boy
Nem todo mundo come bem ou se protege da chuva
Quanto mano tá descalço andando pela rua
Sem casa, sem teto, sem ajuda nenhuma
Come o que encontra, dorme onde dá
As roupas são as mesmas, usa até acabar
É no chão que vai deitar, se chover vai se molhar
Nada de viagens, de praias ou de sonhos
Coração vazio e olhos tristonhos
Sem emprego, sem justiça, não goza de confiança
Sem saúde, sem futuro pra esposa ou pras crianças
Cadê socialismo? Cadê o comunismo?
Que se dane o regime, vou de cristianismo
Isso aqui jaz no maligno, eu não vou me apegar
Uma hora eu saio fora, aqui não é meu lugar
Eu tô voltando pra casa, eu tô
Vou para os braços de Papai, teu filho pródigo voltou
Eu tô voltando pra casa, eu tô
Vou para os braços de meu Pai, o seio do meu Criador
A minha nova casa é Jerusalém (Jerusalém)
Onde todo mundo passa bem, passa bem (Sem miséria)
Mansões celestiais serão a nossa nova morada (uôu)
A glória é maior na nossa segunda casa
Casa de justiça é pra lá que eu vou
É pra lá que eu vou, é pra lá que eu vou
Casa de justiça é pra lá que eu vou
É pra lá que eu vou, é pra lá que eu vou

Eu tô voltando pra casa eu tô, eu tô (Pois essa aqui não é a minha casa)
Eu tô voltando pra casa eu tô, eu tô (Nesse lugar eu não me sinto em casa)
Por isso, eu tô voltando pra minha casa.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Fã/ ASSIM É





ASSIM É





De Elisa Lucinda
No elevador do filho de Deus



A gente tem que morrer tantas vezes durante a vida
Que eu já tô ficando craque em ressurreição.
Bobeou eu tô morrendo
Na minha extrema pulsão
Na minha extrema-unção
Na minha extrema menção
de acordar viva todo dia
Há dores que sinceramente eu não resolvo
sinceramente sucumbo
Há nós que não dissolvo
e me torno moribundo de doer daquele corte
do haver sangramento e forte
que vem no mesmo malote das coisas queridas
Vem dentro dos amores
dentro das perdas de coisas antes possuídas
dentro das alegrias havidas

Há porradas que não tem saída
há um monte de "não era isso que eu queria"
Outro dia, acabei de morrer
depois de uma crise sobre o existencialismo
3º mundo, ideologia e inflação...
E quando penso que não
me vejo ressurgida no banheiro
feito punheteiro de chuveiro
Sem cor, sem fala
nem informática nem cabala
eu era uma espécie de Lázara
poeta ressucitada
passaporte sem mala
com destino de nada!

A gente tem que morrer tantas vezes durante a vida
ensaiar mil vezes a séria despedida
a morte real do gastamento do corpo
a coisa mal resolvida
daquela morte florida
cheia de pêsames nos ombros dos parentes chorosos
cheio do sorriso culpado dos inimigos invejosos
que já to ficando especialista em renascimento

Hoje, praticamente, eu morro quando quero:
às vezes só porque não foi um bom desfecho
ou porque eu não concordo
Ou uma bela puxada no tapete
ou porque eu mesma me enrolo
Não dá outra: tiro o chinelo...
E dou uma morrida!
Não atendo telefone, campainha...
Fico aí camisolenta em estado de éter
nem zangada, nem histérica, nem puta da vida!
Tô nocauteada, tô morrida!

Morte cotidiana é boa porque além de ser uma pausa
não tem aquela ansiedade para entrar em cena
É uma espécie de venda
uma espécie de encomenda que a gente faz
pra ter depois ter um produto com maior resistência
onde a gente se recolhe (e quem não assume nega)
e fica feito a justiça: cega
Depois acorda bela
corta os cabelos
muda a maquiagem
reinventa modelos
reencontra os amigos que fazem a velha e merecida
pergunta ao teu eu: "Onde cê tava? Tava sumida, morreu?"
E a gente com aquela cara de fantasma moderno,
de expersona falida:
- Não, tava só deprimida.




Safena


Elisa Lucinda


Sabe o que é um coração amar ao máximo de seu sangue? Bater até o auge de seu baticum? Não, você não sabe de jeito nenhum. Agora chega. Reforma no meu peito! Pedreiros, pintores, raspadores de mágoas aproximem-se! Rolos, rolas, tinta, tijolo comecem a obra! Por favor, mestre de Horas Tempo, meu fiel carpinteiro comece você primeiro passando verniz nos móveis e vamos tudo de novo do novo começo. Iansã, Oxum, Afrodite, Vênus e Nossa Senhora apertem os cintos Adeus ao sinto muito do meu jeito Pitos ventres pernas aticem as velas que lá vou de novo na solteirice exposta ao mar da mulatice à honra das novas uniões Vassouras, rodos, águas, flanelas e cercas Protejam as beiras lustrem as superfícies aspirem os tapetes Vai começar o banquete de amar de novo Gatos, heróis, artistas, príncipes e foliões Façam todos suas inscrições. Sim. Vestirei vermelho carmim escarlate O homem que hoje me amar Encontrará outro lá dentro. Pois que o mate.





segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Jardim Botânico


Jardim Botânico /11/2013







Embriagues Cultural Rio de Janeiro


TERCEIRO
 DIA


Comecei meu dia as 15 hs minha direção era o teatro Carlos Gomes , pelo caminho em uma praça um grupo de pessoas reunidas um mestre e uma bateria tirando um som maravilhoso e me parar ,me chamou muito atenção a delicia do som dos tamborins a marcação doo surdo,caixas, que coisa boa de ouvir, não era agressivo ,era convidativo, e fiquei ali assistindo e me sacudindo com aquele som, e percebendo um numero grande de mulheres, uma menina da seus 7 anos tocando tamborim e uma menina dos seu 80 anos tocando caixa ,que apaixonante , e que mágico é a música ,fim de ensaio , pergunto o nome e descubro que chama-se Batucada Fina..
Sigo e atravesso a rua ,pois do outro lado fica meu destino ,já ansiosa, ,subindo as escadas do Teatro Carlos Gomes e estava diante das roupas de meu ídolo ou melhor dos figurinos que ele usou em shows que marcaram sua carreira e nossas vidas ,tudo muito lindo , muito marcante, em ordem cronológica dos shows. Minha ideia é voltar para o hotel mas resolva parar para um chopinho ,pois o calor está de matar e fiquei no boteco scenário pelo nome da pra imaginar como era a decoração imagens gigantes, cortinas,da rua contemplava a os elementos colocados em sua decoração , esse bar era de esquina , e na entrada dessa rua do Larvário tem uma placa que diz: “ Quarteirão Cultural da Rua do Larvário “ ,mais um chope por favor.
Atarde boco de carnaval tira a roupa nenem em Quintino, , anoite Cacique de ramos, chegamos no final . Carnaval. Só quero minha cama , eu vi m antes do carnaval porque não queria carnaval.Mas me diverti em alguns momentos ,sim confesso!!


sábado, 8 de fevereiro de 2014

EMBRIAGUES CULTURAL / SEGUNDO DIA





SEGUNDO DIA

EMBRIAGUES CULTURAL NO RIO DE JANEIRO


                         Manhã começa com um amigo me enviando uma mensagem da morte do querido Nico.
Fevereiro com cara de Agosto comento no face entre tantas postagens sobre os falecimentos de Giba Giba e Nico. Atrapalhada como de costume não acho o cartão da porta do quarto é já é cinco pras 10 e quanto mais eu procuro mais misturo tudo pelo quarto, (onde você lê misturo leia espalho ),, bati aporta e fui pro café né,rsrrs ,já ,pensando no mico que eu ia pagar ter de dizer pro recepcionista que eu não achava o cartão da porte e precisava de uma cópia .Tranquilidade , com minha cópia voltei para o quarto , banho e ?????tantã achei o outro cartão , tranquilidade eu disse.
                  Minha ideia é voltar nas igrejas que fotografei para tentar postar as fotos, mas no caminho eu entrei em ruas diferentes e continuei andando , e parai no caixa cultural vindo de um outro lado, adentrei, tinha ali três exposições em que eu iria beber muiiiiiiiiiiiito.
Comecemos por João Machado com a exposição “ Atlas” , sobre a relação do homem coma natureza sobre uma nova relação do homem com a natureza, assisti um vídeo do autor em uma reserva ,floresta mata fechada , mas um lugar lindo , com um rio que depois lendo o programa descobri que esse lugar é na região serrana do Rio, e o rio passa por baixo do ateliê a paisagem é bucólica , a impressão que se tem de sentir o cheiro da mata e o frescor do rio ali assistindo . Conforme ele mostra a natureza , escreve frases, como essas : “relação do homem livre com a natureza” ,O Tempo é a verdade do Homem” “ o Museu vivo, a natureza “. As suas obras , quadros que tem fotografia atlas geográficos de todos os tipos , mapas de cidades, de rios, de estados, países, no formato de crianças e de água ,suas esculturas são feitas de ossos gigantescos de baleias e ferro, “ A frieza do ferro atravessa os ossos de baleias centenárias ,é como o tempo impiedoso, que ora dilacera e ora sustenta, tal qual ruínas preste s a desmoronar “( João Machado).
               A segunda exposição A Hora da Razão de Nuno Ramos ,quadros com pinturas abstratas , mas não totalmente percebesse e identificasse formas , e no centro formas geométricas de vidro gigantescas com uma TV passando um clipe de um músico tocando e cantando encima desses blocos geométricos não sei direito se era um bloco de acrílico derretendo de maneira a escorres sobre a estrutura .
                 A terceira exposição ,onde a tontura desse inicio de bebedeira já dava seus sinais , se chama “ No Balanço da Rede “ maravilhosa , conta a história e a origem da rede , todos os tipos , as indígenas, as da colonia , as europeias ,as africanas, as bordadas , as pintadas , as escabeladas as redes eram chamadas as senhora dina do sono, ótimo isso ,perfeito , eu já queria me deitar , o difícil era escolher em qual me jogar ,pois me deu aquela malemolência, que a bebedeira da..
              Sigo meu caminho e me deparo com a Catedral metropolitana do Rio, imponente me parece ,por fora, vejamos la´dentro, suo imponência é só na sua arquitetura, como diriam os arquitetos e decoradores ela tem um pé direito muito alto , eu diria pé de gigante , com seus vitros coloridos em varias formas ,mas seu conteúdo suas imagens não são imponentes como de costume , tem uma escultura de São Francisco de ferro ,também gigante .
               N a noite tem portela, ,já estou a espera das gauchas professora Lisi e suas amigas, a rua do Hotel Mendes Sá abarrotada de gente os bares lotadíssimos , .nós pegamos o 355 e fomos a Madureira ,uma viajem que duraria 2hs durou 45minuto motorista e cobrador embriagados , e pior não sabiam dizer se o referido ônibus passava na Portela ,rsrsrsrr a meninas olhos arregalados eu e Lisi num papo sobre projetos sociais nem vimos os 45 minutos passas . ,fotos das meninas “in Portela “,confeço duas cervejas e eu já estava tonta , perdi o habito de beber ,voltei pra água e muito gelo,duas horas após eu já podia vir embora, mas as meninas queriam ficar ,mas valeu a emoção que senti quando Salgueiro fez seu show não sei dizer fui as lágimas lindo ,lindo ,valeu muito apena ,Ha preciso dizer sabe qual as duas principais diferenças que foram fortes para mim? A escola visitante ela faz um show como se estivesse na avenida ,mas não nos figurinos , não,não ,mas na empolgação ,no cantar , na garra ,aqui parece que os componente do grupo show estão morrendo , é triste inclusive ,tem um momento maravilhoso que é quando o casal de mestre sala e porta bandeira anfitriões trocam de pares com os convidados como um agradecimento a escolas visitante, bonito de mais de assistir , e a outra diferença , as pessoas que estão lá , para assistir ,curtir , elas dançam sem parar , sem se preocupar com nada , percebo em porto alegre que as pessoas ficam observando , pré julgando as escolas convidadas ,triste.Voltamos pra casa as 5h 30 minutos , chegando no hotel as 6hs 30. Bom dia e até mais tarde  

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

DIÁRIO DE EMBRIAGUES CULTURAL NO RIO DE JANEIRO/




Diário de uma embriagues Cultural no Rio de Janeiro



Primeiro dia




Descobri o que realmente me trouxe ao RIO DE JANEIRO, ele é de samba em todas as esquinas ,mas ele também transborda múltiplas culturas, eu Silvia Duarte vim me embriagar de todas essas culturas ,que estão em cada esquina , cada viela, nas suas contradições, da riqueza de histórias contidas e escondidas aqui, tive clareza disso quando me vi diante de uma rua com o intrigante nome de: rua DOS INVÁLIDOS,pronto fiquei curiosa , muito curiosa de saber porque desse nome,eu estou vizinha dela , e ai está pergunta respondida . Se chamava rua Nova de São Lorenço recebeu esse nome do vice rei Conde de Resende, o nome inválidos surgiu três anos depois, quando ali foi construído um asilo para soldados reformados e inválidos, na rua viveram nobres como a Baronesa de Bambuí, o visconde do Uruguai, e outro ilustre foi o visconde de São Lorenço, no numero 42 foi construída em 1811 a capela Santo Antônio dos Pobres, no numero 124 fica o cortiço Chora Vinagre ( que coisa ótima rsrrsrsr),é o básico.
Depois dessa descoberta fui tomada de uma vontade incontrolável d caminhar com um olhar diferenciado nos arredores de onde eu me encontrava, nossa ,estava eu rodeada de todas as opções para me embriagar e ficar bêbada de culturas diversas durante minha estadia, dobrando pra direita estava diante do Teatro João Caitano com o espetáculo “ Clementina Cadê você??, caminhando mais um pouco fiquei de frente com Centro Cultural Caixa Econômica com uma programação intensa : Exposições de ARTE “No Balanço da Rede “( Denise Mattar “Atlas” ( João Machado) “ A hora da razão” Nuno Ramos., na rua onde estou tem uma sequencia de bares cafés com nomes incríveis tas como: Bar Capela , Bar Nova Capela , Café Cultural Sacrilégio , Bardas Quengas , aconchego do Malandro, Teatro Odisseia , Beco da Noite, Bar Mofo, e logo ali o Circo Voador ( pra esse eu eu já comprei meu ingresso para assistir na quinta feira dia 13 nada mais nada menos que Hamilton de Holanda e Orquestra , nossa ansiosa por esse momento , lembrei imediatamente de um querido amigo Max sei que ele é fã . Caminhando pelas ruas do centro me deparava com igrejas e no impulso entrava , a maravilha de sua sua arquitetura interna , me deixou estática diante da maravilha , uma dela tudo era talhado em madeira ,um trabalho primoroso , rico de mais ,mas rico no trabalho do artista ,não sei se era Barroco ,mas a riqueza dos detalhes minuciosos me remeteu apensar que era,tirei foto ,mas não to conseguindo postar ( saco) , a outra igreja que entrei era também muito rica nos detalhes , mas amadeira que na outra só tinha um verniz , essa tinha uma pintura dourada para lembrar riqueza ostentação ( coisa da igreja católica.
Esse reconhecimento de território foi pela manhã , atarde já tinha convite para ir ate a Cia de dança Ruben Barbot ,um de seus bailarino esteve presente no VII Encontro de Arte e Matriz Africana de Poa do Caixa Preta , as 19hs em ponto estava lá , fui recebida pelo próprio Ruben , eu lhe falei de minha honra e felicidade de conhecer ele pessoalmente e ai ele medisse: “ Se eu ganhasse em dinheiro o que tenho de fama , ficaria feliz”.
O lugar fica em um desse casarões antigos do centro do Rio a sede da cia era também minha vizinha … maravilha respiraria e beberia muito do conhecimento da quela energia cultural ali naque ensaio que já estava assistindo ,muito lindo uma performance de encerramento de oficina de dança dos orixás e de dança contemporânea ,das 19hs até as 22hs ensaio , ensaio , mais um pouquinho já sabia a coreografia .Pra minha felicidade sábado ele apresentarão pois é aniversário de Rubem Barbot ele é incrível , o espaço tá impregnado de nossa cultura brasileira /Africana .

Hoje anoite não sairei , pois teve quebra quebra dos Black Block e eles ( as pessoas falam por aqui vem pra lapa no final) . Um livro me aguarda né Cesar Pedroso? Boa noite